Trairões do Asfalto

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14 de jan de 2012

09012012 e 10012012
Posamos em um hotel ja que era tarde da noite, e fomos expulsos do camping. Pela manha acordamos cedo e tratamos de dar um jeito na Xt. Primeiro compramos um aditivo para radiador e metemos em uma lavagem para lavar os radiadores de todas as motocas e ali sangramos a bixa e completamos com o liquido. Porem depois de abastecer para seguir viagem constatamos que estava cuspindo agua. Ainda havia ar no sistema, e como estava muito quente, decidimos pedir ajuda a um mecanico. Achamos um loja de motoca, chamaram o mecanico, parecido com o vocalista da Banda Kooks. Resolvido o problema com a retirada do ar do sistema,uma borracha da tampa nova, e uma ajeitada para dar mais pressão, saimos em direção a Malargue. Aaaa, o dalua comprou um pneu novo, pois o Pirelli MT60, ja ta indo para o saco. De tunuyan para Malargue, 200 de chão, os quais a paisagem legal e estrada colaborou, porem o dalua perdeu o pneu novo, que tinha comprado. Chegamos em Malargue perto das 14 horas, e nos hospedamos no camping perto do parque de feiras da cidade, O qual estava cheio, pois tinha a feira do xibo, fomos dar uma olhada nas gineteadas dos paisanos, e dormimos ao som de musicas tradicionais ate umas tres da manha, sem falar que nao deixavam a gente dormir tamanha a o barulho no camping. Sem problemas, acordamos as 06 e ate arrumar nossas coisas acordamos todo mundo tambem, e na saida ainda roncamos as motocas, para acordar os com sono mais pesado. O destino, Zapala, sendo que nossas informações eram que o asfalto nos acompanharia ate esta cidade. Porem o chão nos fez companhia novamente, porem com britas soltas e poeira ao extremo. Isso por uns 207 Km, Após isso chegamos no asfalto, e cruzamos de estado. Saimos de Mendoza, e entramos em Neuquem, sendo esse fazendo parte da Região da Patagonia. Logo na entrada uma placa que dizia. " Cordillera delos Vientos", ja nos dava boas vindas. Mais uns 300 Km de asfalto, com ventos de lado, de frente, e nunca ajudando, e andando sempre de lado, chegamos em Zapala, e nos instalamos no camping municipal, com aquele vento tradicional que o tal de minuano que assopra no Rio Grande  chega a ser gurizote recem nascindo perto desse da patagonia, tamanha a velooooocidade dele e o frio que ele carrega.

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